
Bom, tudo começou com uma bonita noite de Inverno, somente aquecida pelo calor do bom inferno que trato carinhosamente por "Casa". Confesso que comecei por estranhar quando no aquecimento vi o Matic e não vi nem o Maxi nem o Javi. Pensei:" Pronto, lá vai o Jesus inventar outra vez". E efectivamente o meu pressagio confirmou-se. De facto, o JJ tinha cometido a "loucura" de pôr o Witsel a lateral-direito e deixar o Javi no banco. Obviamente que o desconforto apoderou-se de mim e os nervos começaram a crescer. Mas qual não é o meu espanto quanto aos 9' minutos o Garay fazia o primeiro do jogo. Festejei com o entusiasmo habitual, mas nem por isso o nervosismo se foi embora. Pensei:"Bem, isto não quer dizer absolutamente nada. Entramos bem, foi um golo no início do jogo e de bola-parada".
Com o desenrolar da partida, fui percebendo que não tinha razões para estar nervoso. O Witsel, pura e simplesmente, não sabe jogar mal. Joga bem em qualquer lado, de qualquer maneira. Vim depois a saber que o Preud'Homme, no Standard de Liége, já o tinha posto a jogar a lateral-direito, e a verdade é que, não sendo um Maxi Pereira, o Witsel não comprometeu, teve bem e a bom da verdade, se em algum momento teve dificuldades a nível defensivo, foi porque o Gaitan não ajudou muito.
Não demorou muito a chegarmos ao 2-0 pelo inevitável "Tacuara" após uma jogada magistral do Nico. Muito bom golo que nos trouxe alguma tranquilidade.
Mas após o 2-0, começou o "Show Jorge Sousa". Inventou um penalti que só ele é que viu. O Nacional reduziu para 2-1.
Depois do golo do Nacional, senti a equipa meio desnorteada por uns momentos, mas depois lá se encontrou.
Depois do golo do Nacional, senti a equipa meio desnorteada por uns momentos, mas depois lá se encontrou.
O 3-1 acabou por surgir, naturalmente, pelo Rodrigo que deixou o guarda-redes do Nacional no chão e marcou antes do intervalo.
O "Show Jorge Sousa" continuou na 2ª parte, sempre a tentar travar o ímpeto e destabilizar a equipa do Benfica. Porém o Benfica estava fortíssimo e o 4-1 apareceu, novamente pelo Rodrigo, num grande golo, num remate de ângulo muito reduzido.
Antes do final do jogo, tempo ainda para o "Tacuara" falar um penalti, tendo sido imediatamente apoiado pelos mais de 50000 adeptos que estiveram na Luz.
Como pontos negativos destaco talvez as inúmeras oportunidades de golo desperdiçadas. Como melhor em campo, poderia falar do Pablito Aimar, que espalhou a habitual magia, do Garay que teve imperial, mas para mim, neste jogo, o elemento que mais se destacou foi o Rodrigo. Grande jogador e grande futuro.
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